sábado, 4 de setembro de 2010

Processo de enraizar - parte 2

Para enraizar é preciso terreno limpo. As  raízes velhas ou estragadas, as reais tangíveis e as reais que fazem doer ou mesmo aquelas que não doem mais têm que ser arancadas. Bem no final da noite de ontem, o toque de sempre, mobilizador. Ela recebeu prontamente junto aos seus.  Ela ouviu, ouviu, brincou, dançou, prestou atenção nas reações, sentiu o acolhimento, a procura e até mesmo uma doce reclamação da não procura, tudo foi bem recebido. Mas hoje, no final da manhã, uma frase sinalizou que aquela raiz  dever ser arrancada: um plano de futuro, uma meta consciente e buscada não a incluía. Isso explicou muito sobre atitudes longamente acompanhadas... a raiz começou a ser arrancada pois a chave de casa, dessa fez, ficou. Ela não lamentou. O tempo entre eles passa corrido demais, prá muita a coisa a ser feita. E o tempo entre eles demora muito a chegar prá voltarem ao processo, não de enraizar, mas o de desenraizar... o terreno precisar ser limpo. 

Um comentário:

  1. Hummm... isso é bom?
    É ruim?
    Tem leite?
    Sua leitora é uma bocó que não entende nada?
    Todas alternativas anteriores?

    Eu me perdi, acho : )

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