quinta-feira, 28 de maio de 2009

De como J. sabia mais que a B.

O velho e sempre encontro casual nos corredores do local de trabalho, nas últimas horas de uma segunda-feira. Uma brevíssima pausa para um cuprimento educado:
- Tudo bom, B?
- Assim, assim.
- Já sei a origem desse muxoxo!
- Já, é? E o que é?
- Faz muito tempo que você está por aqui. Já é hora de sair, de pelo menos dá uma volta por aí.
Um sorriso meio sem graça e a certeza que um querido (des)conhecido sabia exatamente do que eu estou precisando.
Vou fazer cumprir a percepção dele. A propósito, valeu J. pela sutilieza do seu olhar.

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